[VÍDEO] Transformação: por onde começar?

Transformação: por onde começar?

Estamos passando por uma transformação sociotecnológica nunca antes vista na história do comportamento de compra e consumo.

Com o desenvolvimento de diferentes ferramentas, tecnologias e gadgets, o fácil acesso à informação, a velocidade de processamento de dados e a liquidez dos cenários de criação e distribuição de conteúdo em que estamos inseridos, falar sobre como empresas devem repensar a forma com que atuam e se relacionam com seus consumidores é mais do que óbvio, é necessário e imprescindível.

Transformação é diferente de digitalização  

Ao longo da história, percebemos que as empresas se mostram reativas às necessidades de transformação de seus negócios. Os processos de mudança, em quase 100% dos casos, encontram entraves e dificuldades de aplicação, pois os profissionais dificilmente estão preparados para eles – ou seja, são poucos aqueles que estão ativos no processo de inovação. Isso por sua vez, gera resultados negativos que se traduzem de diversas formas, como perda de mercado e, em casos extremos, o fechamento das portas.

A cultura conservadora e impermeável à inovações é uma das características com a qual as corporações foram construídas ao longo dos anos, gerando resistência em relação à novas formas de agir e pensar.

Sem perceber, acabamos criando uma geração de profissionais que adora falar sobre o processo de inovar, mas que entende muito pouco sobre o envolvido para que isso aconteça. E o mais preocupante é que muitos ambientes empresariais continuam perpetuando esse cenário.

Você precisa estar pronto para mudar.

Você precisa estar pronto para mudar.

Para muitas organizações, falar sobre se transformar de forma digital significa abrir um projeto com início, meio e fim, mas não é bem assim. Se transformar não é digitalizar um processo ou a forma de se comunicar com o consumidor – ela envolve mindset e principalmente o quanto a corporação como um todo enxerga valor e importância neste processo para gerar valor e profundidade às suas entregas.

O tradicional e o novo podem (e devem) caminhar juntos!

Não existe uma receita ou um passo a passo do que deve ou não deve ser feito para alcançar a transformação e inseri-la na cultura organizacional  essa mudança por sua vez não se dará do dia para a noite, mas deve ser feita, mesmo que de forma experimental, a princípio.

Discutir essas e outras questões profundas e essenciais para profissionais e para o desenvolvimento (e sobrevivência!) do mercado é o objetivo da websérie Profound Talksque reúne entrevistas com grandes líderes e profissionais que estão fazendo a diferença no seu mercado.

No primeiro vídeo, conversamos com Pyr Marcondes, diretor geral do Meio&Mensagem, o maior veículo sobre o mercado de comunicação brasileiro, sobre os processos de transformação e os perigos de não fazê-lo.

(⚠ Spoiler  – Pyr está com medo!)

Mas como inovar hoje?

Um modelo que se tem mostrado bastante eficiente (e que gera menos ruído) é unir o melhor de dois mundos: entender a importância de criar um cenário de inovação e disrupção na forma de atuação da corporação, ao mesmo tempo que se mescle isso à cultura tradicional e aos processos adotados (e que são constantemente revisados e otimizados).

Simplificando: é entender como você pode entregar soluções melhores dentro do mundo digital, começando hoje, fazendo pequenas mudanças agora.  Ser digital first não significa abdicar mão da forma como você faz tudo no seu dia a dia e, sim, entender como otimizar e entregar cada vez mais qualidade para o seu cliente – seja ele o seu gestor ou o seu consumidor final.

Essa movimentação precisa acontecer de forma cada vez mais orgânica e natural, mostrando aos gestores o valor e a importância de repensar sua atuação e mudar seu mindset não por medo, mas pelo entendimento das oportunidades que podem ser criadas a partir do momento em que se pensa e atua de forma inovadora.

Importante: vale entender que não há uma máxima absoluta para a mudança, ela deve ser feita de acordo com as necessidades, valores, objetivos e perspectivas das corporações – mas sem nunca perder de vista a própria evolução da sociedade.

Dicas para a transformação

Antes de iniciar a transformação e o processo de mudança, é importante que sejam feitas perguntas fundamentais para orientar esse movimento.

A primeira delas é: Porque eu não mudo?

(Momento de tomar consciência)

Todos sabemos que é importante mudar, repensar seus processos e talvez até soluções, mas existe algo que impede isso de acontecer. Você sabe qual é a sua trava? Descobrindo o que impede a sua evolução, você conseguirá desenvolver soluções e buscar referências que ajudem na tomada de atitude.

A segunda delas é: Como fazer a mudança?

(Identifique oportunidades)

Não se alcança resultados diferentes com as mesmas atitudes. Frase conhecida, não é verdade? Mas também é uma afirmação correta. A partir do momento em que você identificar o seu desafio, fica mais fácil começar a desenhar caminhos para resolvê-lo. O desafio é uma oportunidade para criar solução. E o que é isso se não inovar?

A inovação não é representada apenas por novos dispositivos, ideias ou métodos, mas também pelo processo de descobrir novas maneiras de fazer as coisas. 

Respondendo a essas duas perguntas, torna-se possível desenvolver algumas ideias e protótipos de soluções, o que vem a partir daí é um dos pontos mais importantes hoje: a atitude – tirar do papel e da cabeça e materializar em ações. Ter pensamentos inovadores é ótimo, mas o que adianta se não traduzimos eles em resultados?

Pensar em transformação deve sempre fazer parte de sua abordagem. Com o pensamento criativo, os problemas podem ser resolvidos de forma diferente e estratégica, garantindo um diferencial profissional que vai além da capacidade técnica.

O que você está fazendo de prático em prol disso?


Equipe Diwe

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