Isso é tudo, MENOS Inbound Marketing

Em um mercado com tantas opções na área de Inbound Marketing, é fácil se perder e acabar contratando gato por lebre. Em meio a este verdadeiro manancial de informações – muitas delas duvidosas, é bom alertar – larga na frente a empresa que consegue identificar quais são as estratégias campeãs e as melhores práticas para ganhar visibilidade e confiança dos clientes e fechar mais vendas.

Veja, no post de hoje, o que sua empresa não deve fazer se quiser se manter em evidência e gerar leads com eficiência a partir de um projeto de Inbound Marketing de verdade, que gere resultados.

Os sete pecados capitais do Inbound Marketing

1. Achar que Inbound Marketing se resume a presença nas redes sociais

Mídia no Facebook (ou em qualquer outra rede social) não é Inbound Marketing. Claro que o Facebook, para ficarmos no exemplo da principal rede social da atualidade, é uma ferramenta poderosa. Mas isso não significa que será sempre a melhor opção para todos os tipos de negócio. Há casos, por exemplo, que o LinkedIn, que é uma mídia social de nicho, pode trazer resultados muito melhores.

A presença nas redes sociais funciona como um meio complementar, não como um processo substituto. O Inbound Marketing de resultados utiliza diferentes canais para atrair leads e estimular conversa com seus clientes. Se alguém contou a você que criar uma página no Facebook é fazer Inbound, saiba que você foi enganado.

2. Pensar que Inbound Marketing é o mesmo que SEO

SEO é uma parte integrante da estratégia de Inbound Marketing, mas não resume toda essa metodologia. Seu site ou blog pode estar bem otimizado, com o uso de palavras-chave de cauda longa, mas se o seu conteúdo não for relevante e apenas estiver repetindo esses termos sem uma contextualização, saiba que isso poderá prejudicar a imagem de sua empresa, sendo ela classificada como praticante de SEO black hat, e perdendo o interesse de seu cliente ao deparar-se com um conteúdo pobre e que não agregou valor a ele.

Portanto, SEO não é o mesmo que Inbound, ele é um componente importante dessa metodologia e deve ser pensado para ajudar seu conteúdo a ser encontrado – mas sem fazer uso de black hat.

3. Parar de prospectar clientes

O verdadeiro Inbound Marketing é parte integrante de uma estratégia mais ampla e possui grande potencial de captação de leads. Entretanto, ele não deve ser visto como única forma para atrair clientes para o seu negócio. Ele ajuda muito, mas não deve substituir ações comerciais e precisa ser complementado também por ações de comunicação e marketing tradicional – gerando uma estratégia de marketing convergente.

4. Entender o Inbound Marketing como mais um “entregável”

Na pauta de trabalho de algumas equipes pode constar, por exemplo “criar cartaz para promoção do PDV” e “criar peça de Inbound Marketing”. Esse é um grande erro. Ainda há empresas que entendem o Inbound como um entregável e não como uma metodologia de trabalho. Essa metodologia deve perpassar todas as ações de marketing digital da empresa, fazendo parte de sua essência e não apenas de uma peça de divulgação.

Assim, fazer um banner para o site não é fazer Inbound. Mas ao criar um plano de ação para captação de leads, baseado na persona de sua empresa, utilizando diferentes canais para se relacionar com seu público ao longo de sua jornada de compras, aí, sim, você encontrará o Inbound Marketing.

5. Não investir corretamente

Sabemos que toda empresa busca minimizar custos e maximizar o lucro, mas para atingir o resultado esperado com um projeto de Inbound Marketing, muitas vezes a aquisição de um software ou ferramenta de automação específico é indicada e traz resultados incríveis. É possível executar o projeto sem ter que pagar por uma licença de utilização de um programa, mas muitas vezes os resultados compensam o investimento.

Assim, se você achou melhor investir na compra de uma mailing list pronta e não em um sistema de automação, você não está fazendo Inbound Marketing, mas sim tornando sua empresa uma spammer. Uma das bases do Inbound é a autorização para contato; o Inbound não é invasivo. Por isso, pense duas vezes antes de realizar investimentos que sejam atalhos duvidosos para a geração de resultados.

6. Publicar conteúdo genérico e não relevante

O chamado “tiro de canhão”, no jargão jornalístico, não vale para o Inbound Marketing. Para ter eficácia, é preciso levar até o cliente conteúdo que seja útil e relevante especificamente para cada tipo de persona. Assim, se você está enviando e-mail marketing com conteúdo genérico e sem segmentação, que não ajuda a resolver as dores de seu cliente, você não está fazendo Inbound Marketing.

7. Acreditar que Inbound Marketing é apenas mais um modismo

É fato que no mundo do marketing novidades surgem diariamente e, muitas delas, desaparecem com a mesma velocidade com que nasceram. Se você acha que o Inbound Marketing é um exemplo disso e fez alguns blog posts, criou uma página no Facebook e lançou um ebook só para não ficar “fora da moda”, saiba que não é o caso.

O Inbound veio para ficar. Ele é uma evolução de uma visão que já está presente no mercado há muito tempo: tornar sua empresa encontrável e visível, gerar autoridade a ela, oferecer valor ao cliente, encantá-lo e ajudá-lo em seu processo de compra, fidelizando-o. Se você consultar os primeiros manuais de marketing, já verá lá indicações desse pensamento. O que o Inbound fez foi atualizá-lo e torná-lo aderente ao novo perfil do consumidor e às demandas atuais de mercado.

Sua empresa já praticou algum dos 7 pecados capitais do Inbound Marketing que apresentamos aqui? 

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Storytelling: o que é e qual a importância no seu negócio

Sabemos que os hábitos dos consumidores mudaram e com essa mudança surgiu o neoconsumidor. Digital, global e multicanal, o neoconsumidor ou o consumidor 3.0 agora busca mais um valor: ele quer relacionamento. Mas não se espante (no meu caso, rs), ele não quer casamento não, mas ele quer fidelidade e lealdade.

Paralelo a isso as empresas já estão pensando dessa maneira, seja na forma como se relacionam com os seus clientes, atendimento, entrega, pós-venda ou serviços prestados. As marcas atualmente querem ser lembradas e admiradas e, assim, a comunicação deve ser muito mais humanizada. Elas querem estar cada vez mais próximas dos seus consumidores.
E é aí que o storytelling entra em cena! Na realidade essa estratégia não é tão nova assim, ela já existia muito antes da escrita, com as primeiras formas de se contar uma história. Porém, ela foi ficando em evidência conforme a comunicação foi evoluindo e hoje em dia o Marketing e a Publicidade usam esse recurso para se aproximarem de seus públicos de interesse envolvendo e criando um relacionamento mais próximo.

Definição de storytelling

É um termo em inglês e quer dizer: capacidade de contar histórias relevantes. É uma maneira antiga e poderosa de dar vida e cor à sua marca por meio de vídeos e outros materiais, sendo parte importante do marketing de conteúdo.

O conceito passa por algumas fases:

A primeira é saber ouvir e entender o seu público. Depois desse entendimento é necessário aprender mais sobre a empresa e assim descobrir qual é a sua caminhada pelo mercado, ou melhor, a sua história, ou histórias.

Após isso o que resta é usar essas histórias para criar novos conceitos e campanhas que instiguem e encantem seus clientes, tornando eles propagadores da sua marca.

Porém, para que a estratégia dê certo é necessário fazer com que os clientes se identifiquem e se emocionem com o que estão vendo ou ouvindo. Ou seja, é necessário tocar o coração de quem está vendo, é disso que depende o sucesso da sua estratégia.

Por que aderir ao storytelling

Contar uma história cria um vínculo muito maior com as pessoas. Por exemplo: em vez da sua empresa ficar falando de um serviço que oferece, ela poderia contar a história de alguém que teve sua rotina facilitada ao usar aquela solução. Ao ver que o problema do outro pode ser o nosso também, a tendência é que a gente se identifique muito mais. Isso acaba criando uma relação emocional com os os públicos de interesse da sua empresa.

Storytelling nada mais é do que a arte de contar histórias e fugir daquela relação fria de apenas compra e venda com o seu consumidor. Afinal, você quer que o seu negócio seja lembrado e para isso terá que fazer com que as pessoas sintam-se tocadas de alguma forma. O storytelling é a melhor maneira de fazer isso.

E aí, você curtiu saber um pouco mais sobre essa estratégia? Aqui deixo dois exemplos para você ver na prática do que estou falando. 🙂 Assista aos vídeos e depois escreve para me contar se o storytelling te tocou ou não. Eu aposto que sim! 😀

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