Como inovar em mercados culturalmente tradicionais

Em um mundo cada vez mais conectado, disruptivo e volátil, inovação é a palavra de ordem para que indústrias, pessoas e mercados se mantenham em atividade.

A inovação é o tema mais discutido no mundo corporativo. Especialistas afirmam que ela é tão ou mais importante que uma boa eficiência operacional, o que não deixa de ser verdade, pois para muitos, é questão fundamental de sobrevivência, principalmente para corporações que buscam perenidade ao longo dos anos.

Com o dinamismo que vivemos, estruturas sólidas e que se destacam, são as que se adaptam e abraçam às mudanças rapidamente. O futuro requer propósito, sonhos, foco, criatividade, agilidade, sustentabilidade e tecnologia.

Porém, mesmo que o caminho da inovação seja a solução de diversos problemas, muitas indústrias, empresas e mercados tradicionais ainda possuem resistência e até certo desconhecimento de como quando e onde trazer a inovação em suas atuações.

Foi pensando em ajudá-lo a encontrar os melhores caminhos para tal, reunimos neste artigo algumas das principais dicas para inserir na cultura e atuação a disrupção e inovação em mercados culturalmente conservadores.

De onde vem tanta resistência em mudar?

Segundo Ricardo Fasti, diretor de Desenvolvimento de Negócios da BSP – Business School São Paulo, ao longo de anos de conversas com empresários e empreendedores, de setores considerados tradicionais, vários deles afirmam que inovação não é viável para eles em virtude da solidez e consolidação de suas respectivas indústrias, de margens apertadas e argumentos muito similares.

Que setores tradicionais são consolidados e suas margens de lucro são comprimidas é fato. Porém, sendo tradicional, é possível ao longo da história, identificar indústrias que quebraram estes paradigmas para garantirem sua sobrevivência.

Autores como Theodore Levitt e Peter Drucker afirmam que cada empresa é produto da visão de sua liderança, colaboradores e de como se definem e se posicionam em seus mercados.

O valor da mudança

Talvez o primeiro e mais importante passo na caminhada da transformação que as empresas tanto buscam é entender o valor da mudança.

Não estamos falando de valores monetários, mas sim da importância e benefícios que a adoção de uma cultura disruptiva pode trazer. É preciso entender que a chave da mudança e o principal pilar da mudança são as pessoas, e que elas entendam isso de forma clara para poder buscar isso no dia a dia.

Invista em times e talentos

Sabe aquele papo bem clichê sobre as pessoas serem os agentes transformadores dos ambientes em que estão inseridos? Pois bem, nós sabemos que é verdade.

Não adianta absolutamente nada adotar um posicionamento de inovação se os colaboradores e os times não estiverem preparados, motivados e engajados a inovar, são as pessoas que movimentam as ações empresariais, ou seja, elas são peça fundamental na busca por inovação.

Por isso, nada mais justo do que investir em times, equipes e talentos que sejam peça fundamental na implementação de processos inovadores.

Manter-se atualizado é fundamental

O que você faz para se atualizar? Quais materiais, cursos, palestras e workshops você tem consumido para ficar por dentro das inovações de mercado?

Sair da zona de conforto, ser curioso e explorar novas possibilidades é o caminho para que você possa entender e encontrar formas de inovar sua atuação.

Foi pensando em levar as questões que envolvem o mundo corporativo, as empresas e as pessoas que trabalham nos mais diferentes mercados, que nós criamos a Websérie ProTalks, onde conversamos com os principais agentes transformadores do mercado brasileiro.

Confira agora mesmo a conversa com Antônio Carlos Kieling, CEO da ANFACER e idealizador da maior feira de pisos e revestimentos da América Latina, onde ele fala sobre o processo de inovação em uma das indústrias mais antigas da história da humanidade: a indústria cerâmica!

Equipe DIWE
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